Partilha de atividades, materiais, experiências, opiniões e muito mais sobre a educação de infância. Para educadores, formadores e pais. Disponível materiais sobre formações na área

23
Mar 15

Estabelece os procedimentos exigíveis para a concretização da matrícula e respetiva renovação, e normas a observar, designadamente, na distribuição de crianças e alunos, constituição de turmas
e período de funcionamento dos estabelecimentos de educação e de ensino.

 

Despacho_5048B_2013.pdf

 

 

 

publicado por obaudoeducador às 19:53

06
Out 14

 Alguns jogos para a prática da Atividade Física!

Jogos Pré-Escolar _Madeira (1).pdf

 

publicado por obaudoeducador às 11:44

19
Set 14

Guia de  Actividades Curriculares Para a Educação Pré-Escolar. Direção Geral do Ensino Básico e Secundário.

O documento visa a concretização das diretrizes emanadas das Orientações Curriculares para a Educação da Infância, tendo por finalidade primeira facilitar e melhorar a actuação dos profissionais da educação de infância e, por consequência, elevar o nível de qualidade do atendimento às crianças, através de um conjunto de exemplos práticos.

 

guia_de_actividades_curricular.pdf

 

publicado por obaudoeducador às 17:12

15
Set 14

 

A organização da sala de atividades no jardim-de-infância

 

 

 

Logo no início do ano letivo surge a preocupação do educador de infância em como organizar a sala de atividades. Deixo aqui algumas sugestões úteis não só no arraque do novo ano, mas ao longo de todo o processo educativo que se irá desenrolar!

A organização do espaço da sala de atividades por áreas de interesse bem definidas permite uma variedade de ações muito diferenciadas e reflete um modelo educativo mais centrado na riqueza dos estímulos e na autonomia da criança. Por sua vez, os objetivos e a natureza de cada área ditam o tipo de atividades que nela devem ser realizadas, se a tarefa / brincadeira é de caráter mais livre ou orientada.

Para uma melhor organização do espaço torna-se necessário selecionar as áreas fundamentais, que podem ser alteradas durante o ano, evitando sobrecarregar a sala de atividades. A organização da sala pode sofrer mudanças periódicas, segundo o desejo das crianças ou apenas porque a aquisição de novos materiais assim o justifique.

As áreas devem estar bem definidas e identificadas (com o nome e símbolo) e os materiais arrumados em locais fixos, para que as crianças se sintam orientadas e capazes de assumir uma atitude autónoma. Cada área pode ter um limite de utilizadores (ex.: cartões com os nomes com velcro), o que ajuda as crianças a compreender e a cumprir as regras.

Existem áreas que, pela sua natureza, não devem ser colocadas próximas uma da outra, ex.: “área da música e dança” que é mais barulhenta, com a “área da biblioteca” que exige silêncio e concentração.

É importante solicitar as ideias das crianças e a sua participação em todo este processo! Também pode ser pedida a colaboração dos pais, familiares e de elementos da comunidade onde se insere o jardim-de-infância, para fazerem e/ou doarem equipamento e material para as áreas segundo as suas possibilidades.

No jardim-de-infância tudo tem um objetivo pedagógico e a organização da sala também tem!

Contudo, não devemos cingir-nos apenas à tradicional casinha, garagem, espaço da manta etc. Devemos sempre alargar para outro tipo de áreas de acordo com os interesses que as crianças manifestam nas suas brincadeiras (daí a importância também da observação que nos permite alargar o nosso conhecimento sobre o grupo). Por exemplo, se um grupo de crianças mostra particular interesse em brincar aos médicos, devemos desenvolver e aprofundar o seu interesse e o seu jogo criando uma área na sala relacionada com o tema e colocando materiais à sua disposição.

Aqui ficam algumas sugestões de áreas ou “cantinhos”, talvez os mais comuns que podemos encontrar numa sala de jardim-de-infância:

 

Área da Manta – É o local onde diariamente se faz o acolhimento, mas é também um espaço polivalente, isto é, frequentemente utilizado para variadas atividades, tais como: histórias, canções, exploração de instrumentos musicais, jogos de expressão corporal e outros de carácter lúdico-pedagógico, etc.

Este espaço é delimitado por uma manta ou tapete, onde se podem colocar várias almofadas. É aqui que normalmente existe o quadro de presenças diário e o quadro do tempo.

 

Área da Expressão Plástica ou área suja – É constituída por mesas e cadeiras para a realização dos trabalhos e de móveis de apoio para guardar os materiais (ex.: lápis de pau, de colorir e de cera, canetas de feltro, marcadores, plasticina de várias cores, colas de vários tipos, tintas, tecidos, cartolinas, diferentes tipos de papel de várias cores e texturas, tesouras, formas de modelar, pincéis grossos e finos, pratos para fazer as tintas, etc.). Deve ter acesso a água para a lavagem dos utensílios.

 

Área da Garagem – Contém um tapete e uma garagem com carrinhos. Esta área pode também funcionar como local de jogos de construção, existindo para tal uma variedade de caixas com legos de diferentes tamanhos e formas.

 

Área da Casinha – É constituída por móveis a imitar uma sala ou cozinha, com um fogão e diversas loiças de cozinha em plástico (pratos, copos, tachos, talheres, escorredor da loiça, rolo de cozinha e batedeira) e uma mesa com banquinhos, ou um telefone. Poderá ter, ainda, uma pequena cama com cobertor; uma alcofa; várias bonecas; uma banheira com um bebé e os seus adereços; um carrinho com balde, vassoura e pá, etc.

 

Área do “faz de conta” – Deverá conter um espelho e um baú ou cabide, apetrechado de roupas e acessórios para as crianças manipularem e imitarem diferentes papéis, facilitando assim o desenvolvimento do jogo simbólico.

 

Área da Biblioteca ou Cantinho da LeituraDeverá situar-se numa zona calma, silenciosa e com luz natural, para que as crianças possam disfrutar dos materiais de leitura existentes: livros de vários tamanhos e temas, revistas, cartões de imagens, álbuns, etc.

 

Área da Escrita Deverá conter materiais atrativos e que contribuam para que as crianças aumentem o seu interesse pela abordagem à escrita, como por exemplo: ficheiros sobre assuntos com imagens e a palavra escrita; canetas e materiais para escrever diversos; suportes diversos para trabalhos escritos, papel, quadro ou lousa, quadro magnético; e material impresso como revistas e jornais.

—A área da escrita pode estar perto dos jogos de mesa, pois algum deste material pode ser aproveitado.

 

Área da Matemática É um espaço onde  existe vários tipos de jogos matemáticos: lotos, tangram, blocos lógicos, fichas de trabalho, ficheiros de números, números e quadro magnético, balança e pesos, copos de medida, etc.

Neste espaço é possível aprender noções matemáticas brincando: formar conjuntos (classificar), ordenar (seriar), utilizar figuras geométricas, fazer gráficos e tabelas, entre outras atividades.

 

Um bom trabalho e início de ano letivo!

 Fátima Pires Gomes

 

publicado por obaudoeducador às 11:42

10
Set 14

Voltamos ao jardim-de-infância: Começa um novo ano

Revista Educadores de Infância, Setembro, 2007. Ediba

 

 

 

 

publicado por obaudoeducador às 11:36

08
Set 14
 

A importância da expressão plástica

no jardim-de-infância

 

O desenho, a pintura, a modelagem, a reciclagem, as dobragens, bem como, a rasgagem, recorte e colagem são técnicas de expressão plástica comuns na educação pré-escolar. Existem, ainda, outras técnicas nesta área, que dão "asas" à  criatividade e imaginação e fazem as delícias dos mais novos.

A expressão artística da criança é uma linguagem convencional. No mendo plástico da criança distinguem-se as caraterísticas próprias de cada etapa de evolução.

A cada fase da criança corresponde um aspeto particular do seu mundo plástico. Assim, na fase «prefigurativa», se bem que só existam “manchas e riscos” no quadro da criança muito pequena, nem por isso deixam de ser os traços de uma determinada personalidade. Do mesmo modo, a sua evolução far-se-á a um ritmo pessoal e num sentido que lhe é próprio.

O mundo da criança abre-se-nos sempre um pouco mais quando nós educadores praticamos a educação artística. Aparece-nos em quadros sucessivos e depressa reconhecemos o estilo de cada criança.

Por sua vez, a linguagem plástica da criança é expressão afetiva antes de ser figuração! A arte infantil é, então, formada por dois elementos. Há a considerar aquela que vem da criança, do seu eu profundo, e a que vem do exterior, pela observação e pela experiência.

O educador deverá estar consciente de que, se algumas crianças chegam à educação pré-escolar com alguma experiência na utilização de materiais e instrumentos de expressão plástica, outras não tiveram igual oportunidade. É necessário, então, que o educador proporcione experiências neste domínio, permitindo que todas as crianças possam progredir a partir da situação em que se encontram.

O educador deverá ser uma pessoa inspirada e sensível como artista, mas não deverá ser um artista. A arte infantil é tão diferente da arte do adulto que nem mesmo é necessário que o educador tenha uma larga cultura artística.

O que interessa não é o «saber» do educador, mas a sua «atitude», a sua capacidade de se colocar ao alcance da criança em todas as circunstâncias. Ele inspira confiança, cria um ambiente no qual a criança toma consciência de si própria.

Além disso, o educador tem simultaneamente as funções importantíssimas de conselheiro técnico. Ele vela para que cada utensílio se encontre sempre num lugar prescrito, incutindo hábitos na criança. Torna o seu aluno atento à má disposição do pincel ou a uma má dosagem da cor, permitindo-lhe aperfeiçoar a sua técnica.

O educador está sempre presente e para todas as crianças! Estas sentem necessidade dele, como do grupo onde se integra, e do local onde a atividade se processa.

O espaço da sala, no jardim-de-infância, deverá estar organizado adequadamente e enriquecido por uma diversidade e qualidade dos materiais disponibilizados. A disposição ordenada desses materiais, a sua diversidade e acessibilidade são condições essenciais para que a criança possa realizar o que deseja.

Contudo, é importante salientar que a expressão plástica não existe como uma área isolada das restantes do quotidiano da criança. O cuidado da criança com os materiais, assim como o respeito pelo trabalho dos outros, relaciona-se com a área da formação pessoal e social.

O educador deverá, também, pôr à disposição das crianças várias cores que lhe possibilitem escolher e utilizar diferentes formas de combinação. A identificação e nomeação das cores básicas para formar outras, embora sejam aspetos a trabalhar na expressão plástica, estão ainda relacionados com a linguagem, com o domínio da matemática e a área do conhecimento do mundo.

Entenda-se, ainda, que as crianças ao explorarem materiais de expressão plástica, que ocupam um espaço bi ou tridimensional, com diferentes texturas, dimensões, volumes, cores e formas, estão igualmente a trabalhar noções ligadas ao Domínio da Matemática.

Pode-se, assim, afirmar que a expressão plástica permite à criança exprimir um leque de sentimentos, emoções, pensamentos, ideias e vivências do seu meio. Através dela a criança desenvolve competências transversais às várias áreas e descobre-se a si própria e ao mundo que a rodeia. 

É dever do educador fomentar a criatividade e imaginação das crianças, guiando-as nas suas descobertas e abrindo caminho à experimentação das várias possibilidades e potencialidades que a expressão plástica tem para oferecer!

Fátima Pires Gomes

obaudoeducador

  

publicado por obaudoeducador às 08:44

05
Set 14

"Cerca de uma em cada cinco crianças é vítima de violência sexual ou abuso sexual."

O livro infantil "KIKO E A MÃO" foi produzido pelo Conselho da Europa no âmbito da Campanha «UMA em CINCO» de combate à violência sexual contra crianças.

A história explica às crianças quais as partes do corpo que não devem ser tocadas por outras pessoas, como reagir se isso acontecer e onde procurar ajuda.

Uma boa ferramenta para ajudar pais e educadores a falar sobre o abuso sexual de crianças e a prevenir este tipo de crime!

Disponível em PDF, descarregue neste endereço:

http://www.google.pt/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&ved=0CB8QFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.underwearrule.org%2FSource%2FPT%2FBook_pt.pdf&ei=gHcJVJvABKHT7AaahYHACA&usg=AFQjCNG-myMl5okG7aQqa1m_H9Jam59Xww&sig2=k1vu8vApwZ6fC3m50CbOHQ&bvm=bv.74649129,d.d2s

 

publicado por obaudoeducador às 09:55

03
Set 14

A adaptação da criança ao jardim-de-infância

 

 

O ano letivo 2014 /2015 está a iniciar! Para algumas crianças o regresso ao jardim-de-infância já aconteceu, para outras faltam apenas poucos dias para este acontecimento importante nas suas vidas.

A entrada para o jardim-de-infância pela primeira vez ou, simplesmente, o regresso no ano seguinte é um momento marcante, que pode gerar ansiedade nas crianças e a todos os que a rodeiam. É, pois, importante que a criança faça uma boa adaptação ao jardim-de-infância e se sinta integrada no seu grupo-turma, o que se refletirá no seu bem-estar e na aprendizagem.

O processo de adaptação carateriza-se pelo período durante o qual a criança se separa do seu ambiente familiar e é inserida num novo ambiente com o qual ela nunca interagiu ou passou um tempo significativo sem o fazer, onde passará muitas horas do seu dia com rotinas que exigirão uma grande capacidade de acomodação.

Cabe ao jardim-de-infância ter um papel ativo na preparação do ambiente educativo de forma a favorecer a criança, para que ela adquira mecanismos positivos frente às novas situações e se possa adaptar com normalidade. 

É fundamental que o educador de infância organize o ambiente tendo em conta as singularidades das crianças, oferecendo-lhes condições para que desenvolvam a sua autonomia, identidade, espírito de cooperação e solidariedade. Mais importante, ainda, será que os adultos da sala (educador e auxiliares) estabeleçam vínculos afetivos e de confiança com as crianças e com a família, transmitindo-lhes segurança e apaziguamento.

Contudo, há a salientar que a adaptação da criança ao jardim-de-infância não é um processo simples e que acontece de um dia para o outro. Levará o seu tempo e cada criança terá um ritmo de adaptação próprio, isto é, nem todas as crianças vivem a adaptação da mesma forma!

A adaptação da criança dá-se a vários níveis, nomeadamente: com as novas crianças e/ou com os novos adultos; com a nova sala; e com as rotinas.

O primeiro ponto implica que a criança conheça os seus pares e os adultos da sala, aprenda a reconhecer e a apreciar as suas capacidades e as dos outros e desenvolva uma relação de respeito e cooperação mútua.

Já no que diz respeito à adaptação à sala, exige da criança o conhecimento do espaço, da sua organização e regras de funcionamento.

Por fim, a criança terá, ainda, de se adaptar às rotinas diárias. Para aprender a respeitar as rotinas será necessário que a criança adquira algumas regras de comportamento, postura pessoal e em grupo, e desenvolva a sua autonomia.

Concluindo, existe sempre um processo de adaptação, quer a criança entre para o jardim-de-infância pela primeira vez ou apenas regresse das férias de verão. Os educadores e auxiliares devem ajudar as crianças e os pais na adaptação às novas mudanças, que podem ser de instituição, de sala, de rotinas, de colegas ou de adultos.

Aos 3 anos a criança já domina a fala (produção e compreensão), por isso devemos falar com ela sobre o que a espera no jardim-de-infância (dar-lhe a conhecer o seu funcionamento, etc.) e perguntar-lhe o que está a acontecer quando existe uma difícil adaptação ou até mesmo uma má adaptação.

No entanto, a criança pode dar-nos outros sinais que nos ajudarão a compreender o seu estado de adaptação. Devemos estar atentos aos seus comportamentos e atitudes e saber interpretar os seus sinais.

 

DESEJANDO A TODOS UM BOM REGRESSO ÀS AULAS!

 

Fátima Pires Gomes

obaudoeducador

 

publicado por obaudoeducador às 17:45

28
Ago 14

3 desenhos para dar a escolher às crianças qual o seu preferido para identificar a área ou cantinho da Expressão Plástica. Pode ser ampliado e decorado a gosto pelas crianças. Deve ser afixado junto à área da Expressão Plástica com a identificação escrita do nome da respetiva área.

 

 

 

 

publicado por obaudoeducador às 09:02

27
Ago 14

Como preparar digitinta?

É possível comprar digitinta em frasco já pronta a utilizar. Mas, como alternativa também é possível confecioná-la com as crianças. vejamos duas possibilidades de acordo com as idades das crianças.

Para o Jardim-de-infância (3-6 anos):

- Para se fazer a digitinta mistura-se farinha, água, sabão da loiça e pigmento. Pode-se acrescentar algumas gotas de vinagre para a digitinta não criar bolor.

Para a Creche (menos de 3 anos):

- As crianças pequenas têm tendência a levar tudo à boca, explorando desta forma o mundo à sua volta. Para evitar que provem a digitinta convencional confecione com elas uma digitinta comestível e divertida, sem qualquer perigo para a saúde das crianças. 

Misture numa taça alguns iogurtes e adicione corante alimentar da cor que desejar. Faça tantas digitintas quanto as cores que desejar.

 

Como utilizar digitinta - algumas técnicas a explorar?

Técnica 1 - Técnica simples: a criança estende a massa e desenha com os dedos. Terminado o desenho, coloca-se uma folha por cima, onde se passam as mãos para que fique marcado. A seguir retira-se a folha e deixa-se secar.

Técnica 2 - Colocar digitinta em cima da mesa e pôr música a tocar baixinho. A criança irá mexer na digitinta ao ritmo da música.

Técnica 3 - Estende-se bem a digitinta na mesa e coloca-se uma folha de papel por cima. Com o cabo de um pincel risca-se na folha, fazendo um desenho. Depois retira-se o papel, ficando o desenho no mesmo.

Técnica 4 - A criança estende a massa na mesa com os dedos. Retira com o dedo a tinta à volta do desenho, onde quer colocar outra cor. De seguida preenche o contorno com a cor desejada. Depois coloca-se a folha de papel por cima, passam-se as mãos e retira-se. É necessário ter frasquinhos com digitinta de diferentes cores.

Técnica 5 - Desenhar com o dedo sujo de digitinta e depois contornar com a caneta de papel.

Técnica 6 - Colocar uma folha de papel de cenário no chão com digitinta, para a criança andar por cima.

Técnica 7 - Estende-se a digitinta e coloca-se uma folha seca. Em cima põe-se uma folha de papel, calca-se e retira-se. Fica desenhada a forma da folha seca no papel. Uma boa opção para a época do Outono.

Técnica 8 - Sujam-se folhas secas com digitinta, colocando-as sobre uma folha de papel limpa com outra por cima. Calca-se as folhas com o rolo da massa e, por fim, retiram-se.

Técnica 9 - Tirar impressões digitais: molhar os dedos ou a mão na digitinta e marcar numa folha de papel.

 

Exemplo de desenho, utilizando a Técnica 4

 

Bons trabalhos e divirtam-se!

 

publicado por obaudoeducador às 08:45

O baú do educador convida-o(a) a gostar de:
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